sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
terça-feira, 22 de setembro de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Superação ou Fantasia
Você já ouviu falar que a matemática está presente a todo momento em nossas vidas? Acredito que sim, mas vamos falar disso no decorrer dessa postagem. Veja que o sucesso não ocorre por acaso, a pesar de algumas pessoas acreditarem que é possível. Em toda a minha vida de varejo nunca vi, mesmo empresas de grandes marcas e estruturas, ter filiais recém inauguradas dando o retorno esperado, o que significa que o sucesso de cada negócio, necessita de muito trabalho e estratégias de negócio. Quando falamos em superação individual, acabamos entrando no campo da fantasia, o que quero dizer com isso? Imagine uma situação onde você está sozinho em uma selva e tem um tigre faminto atrás de você. Qualquer um dirá que você irá buscar forças que nunca imaginou que tinha para escapar desse ataque, uma verdade. Aonde entra a fantasia? É acreditar que essa condição é uma formula convencionada, onde através do medo a pessoa buscará forças para superar essas dificuldades. Irá encontrar em diversos vídeos de motivação histórias como essas, só que a verdade é outra. Onde entra a matemática? Demonstrando que a taxa de sobrevivência, sem preparo físico, psicológico, emocional e técnico, é menor que 10%. Entende porquê? primeiro por sermos indivíduos, com características bem diferentes, dependendo da pessoa o medo paralisa, seria uma presa fácil, para outras uma sobrevida maior e finalmente para a minoria a sobrevivência. Se assim fosse, um naufrágio, não morreria quase ou todas as pessoas. Motivadas pelo medo, nadariam até as margens, escapariam dos tubarões e do afogamento, só que a história é outra, poucos sobrevivem. Quando falamos em um empresa a condição é a mesma, se falarmos em emoção, iremos encontrar centenas de casos onde se administra a empresa por razões emocionais e não de forma prática e envolta em processos gerenciais. Mas superação precisa de motivação? Evidente que sim, mas não necessariamente precisa ser um tigre faminto. Se assim fosse, não teríamos as quebras de recordes. Esses atletas, apesar da motivação interna e pessoal, além claro do preparo, tem os interesses externos que impulsionam a essas quebras e ao títulos. Mas uma vez nos deparamos na matemática, pois antes mesmo de buscar o título, saberá o quanto precisará fazer para conseguir, se mesmo depois de muito treino não chegar perto da marca histórica, a disputa será em vão. Na matemática como na vida não tem fantasia, apesar de toda a influência que recebemos desde pequeno. Ou você sai da caixinha, quebra paradigmas, esquece os rótulos e vai pra cima dos seus objetivos, ou como na grande maioria dos casos, ficará sonhando com aquilo que poderia ter feito e não o fez.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
MAIS POR MENOS.
Já ouviu falar em oferecer mais por menos? A bem da verdade, é fácil ver a prática do menos por mais ou mais por mais. A grande verdade que é difícil o equilíbrio na operação seja ela qual for. Produto de qualidade, atendimento diferenciado, tudo isso tem custo e com certeza será repassado para o preço. Mas o que fazer? Normalmente para grandes empresas, já com altos custos envolvidos é difícil operar com baixos preços, a não ser por prazos limitados. O pulo do gato são as pequenas operações que se iniciam ou que já operam, e tem que competir com os grandes centros de distribuições, e como podem fazer? Tem em vista que são pequenos, a agilidade nas decisões e nas operações elevam a sua proposta de trabalho, caso queira fazer, pois não existe futuro para uma empresa pequena, que não se proponha a fazer o " Mais por menos", ou seja, oferecer o melhor e cobrar menos que o mercado cobra para fazer menos que isso. E como fazer? Operação ajustada nos custos, na produção e na venda, não tem outra forma, em ter lucratividade e rentabilidade, se ao oferecer algo de qualidade diferenciada do mercado, se internamente não estiver alinhado com essa proposta, pois caso seja o contrário, fatalmente irá falir rapidamente, ao exemplos passados. Oferecer mais por mais sendo pequeno, pode ser uma aposta a longo prazo, oferecer menos por menos é uma proposta utilizada em vários locais e dão resultados imediatos, mas não há sustentação para o futuro, com se trata de baixa qualidade o cliente tende a trocá-lo imediatamente quando aparecer a oportunidade, pode ser até ao lado. Sendo assim, qual seria o meu conselho? Fazer o que gosta, um bom plano de negócio, lembrando que o futuro não acontece, você é que faz ele acontecer, pense nisso. Espero ter ajudado.
sábado, 11 de outubro de 2014
O AR QUE RESPIRAMOS.
Sempre pensei que para a nossa sobrevivência, precisaríamos apenas de alimento e água, por mais incrível que possa parecer sem alimento podemos viver até 30 dias e sem água algum tempo até o corpo entrar em colapso. Mas porquê nunca pensamos no oxigênio? Sem ele em segundos estaremos mortos, se torna elementar em qualquer discussão com relação a sobrevivência. Mas se fosse só isso, porquê os nossos problemas se tornam tão grandes fora da realidade do que realmente é? Fraqueza, falta de motivação, depressão? Porquê a grama do vizinho é mais verde? Porquê numa sociedade que é consumida pelo errado, quando se busca fazer o certo, o certo parece errado? Porquê cultuamos o Deus e não praticamos o bem, pelo menos na sua grande maioria. Porquê o interesse pessoal sobressai ao interesse coletivo, a barganha, o conchavo? Porquê a desvalorização do serviço alheio para pagar mais barato ou até não pagar nada? Porquê não podemos viver com a verdade, sem o confronto de idéias espúrias? Bem difícil mesmo. Jogamos pedra no telhados dos outros e o nosso telhado é de vidro. Diz a lenda que o mundo não se torna pior por causa das pessoas más, mas porquê as pessoas de bem evitando o conflito deixam que o mal se instale. Viver em sociedade é compartilhar, dividir, multiplicar em busca do justo, do verdadeiro, mas o que vemos é a ostentação, o que nada tem a ver com a riqueza, fruto do trabalho, do talento, do amor ao que faz. Abrahan Lincoln ensinava: "Não fortalecerás os fracos, enfraquecendo os ricos. Não fortalecerás a dignidade se tirar do homem a iniciativa e liberdade. Não estimularás a fraternidade humana se alimentares o ódio das classes." Mas o que vemos? O que vivemos no dia a dia, não é exatamente o contrário, e onde isso nos levará, a degradação das relações, do ambiente, faltará água e o oxigênio, qual ar será que iremos no futuro respirar, ao certo o futuro é incerto, o passado já foi, nos resta viver o presente. Será?
sábado, 16 de agosto de 2014
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