sábado, 25 de abril de 2009

COMEMORE SUAS VITÓRIAS MESMO QUANDO SÃO PEQUENAS.

Observe no final do video, que o jogo estava 1x10 e mesmo assim teve o espírito de comemorar o ponto com uma jogada sensacional.

"Comemore suas vitórias mesmo quando são pequenas". Maria Teresa Maldonado

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O BARATO SAI CARO.


Esse ditado popular, apesar do tempo é tão utilizado em virtude da freqüência como as pessoas tratam as suas necessidades. Necessidades essas que envolvem em alguns caso, risco de morte. Porquê as pessoas buscam tirar proveito ou vantagem de uma situação ou condição? Problema cultural ou formação familiar? Quem não quer pagar mais barato? Todos nós buscamos uma condição favorável. Mas o que faz uma pessoa a trocar o certo pelo duvidoso? Quantos golpes são dados a todo o momento em pessoas que de certo modo buscavam um vantagem em uma compra ou em um negócio. Pessoas que não buscam levar vantagem, dificilmente passam por situações de perda e desespero. Lido a todo momento com pessoas que não estão interessadas em um bom negócio, e sim em pagar o menor preço possível e por conseqüência se arrepender, provavelmente terá que fazer novamente e pagar duas vezes pelo mesmo serviço ou produto. O barato sai caro mesmo. O objetivo não é pagar mais caro, mas buscar o equilíbrio entre o custo e benefício em tudo que for fazer e não buscar sempre o menor preço. Quando baixamos o preço do produto ou serviço, automaticamente dispara a dúvida se o produto é de qualidade ou não. Cobre o que ache justo e surpreenda o seu cliente, faça mais do que ele espera pelo aquilo que pagou e tenha a certeza que isso não tem preço e irá gerar novos negócios no futuro. Não estou querendo mudar a forma das pessoas pensar e agir, mas criar o momento de reflexão na hora da compra de um produto ou serviço. Entender que se não pode fazer tudo, faça tudo o que puder. Entender que poderá mudar as coisas que podem ser mudadas, aceitar as que não podem e ter a sabedoria de perceber a diferenças entre elas na hora de tomar uma decisão. Tenha empatia, pratique o senso de justiça, em primeiro lugar com você mesmo e depois com as pessoas. Pense assim e seja feliz na vida pessoal e em seus negócios.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

AGREGAR MAIS VALOR E SER EXCLUSIVO.

Como estabelecer o preço do seu serviço ou produto? Quando falamos em produto, e do mesmo produto fica mais difícil pois é comparável. Em algumas ocasiões o mercado se mostra agressivo, principalmente quando relacionado a preço, normalmente acompanha-se os preços praticados sob pena de não vender os produtos em estoque. Podemos falar de produtos, que não são comparáveis, um bom exemplo é o pão francês. Veja que a forma, o atendimento, instalação, a localização, a qualidade, faz de um produto de fácil comparação em um produto não comparável, em um produto exclusivo, isso é gerar valor ao produto. Os especialistas falam que a empresa determina o preço de venda do seu produto e não o mercado, os que vivem o comércio na prática e não na teoria, não concordam com essa afirmação. Por diversas vezes em mesa de negociação com fornecedores, utilizávamos o preço de venda da concorrência como ponto de partida para negociação dos custos, de certa forma, o mercado estabelece o preço de venda, a não ser que o produto seja exclusivo. É possível ter um produto exclusivo no dias de hoje? Tenho absoluta certeza que sim, podemos utilizar o exemplo do pão francês e ter um produto exclusivo, tudo vai depender de que forma será colocado à venda. O serviço é outro produto que pode ser exclusivo. Ser detentor de um conhecimento que nenhum outro tem, fica mais fácil estabelecer o preço de venda, pois não tem concorrente. Me deparo todos os dias com pessoas que não valorizam o trabalho dos outros, mesmo sabendo que ele não é capaz de fazer igual ou pelo menos parecido. No âmbito intelectual, do conhecimento e do talento é mais amplo, apesar de ser um serviço, ainda pode ser comparável, exatamente pelo que se pode produzir. Dizem que não é preciso ser padeiro para saber se o pão é bom ou não. Comentarista de futebol é outro exemplo, apesar de nunca ter jogado futebol profissionalmente, tem um monte deles fazendo os seus comentários a respeito e a comparação é inevitável. O serviço segue o mesmo princípio no meu entender a respeito do produto, para que não seja comparável, vai depender do valor que agregar. Veja que um simples bom dia, olhando nos olhos e um belo sorriso, pode ser não comparável. Parece coisa simples, mas pode ter certeza que são poucos os casos, apesar de todas as orientações e treinamento. Para ser exclusivo, não comparável, não precisa fazer muito, a grande maioria já saí de casa com vontade de voltar.

segunda-feira, 30 de março de 2009

ESTRATÉGIA PARA VAGA DE EMPREGO

Recebi um email com esse vídeo e resolvi postar no blog, pois achei bem interessante. Uma estratégia para vaga de emprego, é claro que isso é um comercial da Pepsi do refrigerante Max. Por favor não pense em fazer isso.

sexta-feira, 27 de março de 2009

AUTO CONFIANÇA

A autoconfiança é um termo usado para descrever como uma pessoa está segura em suas próprias decisões e ações. Isto pode ser aplicado geralmente ou às situações ou às tarefas específicas.
A autoconfiança nunca é herdada; é aprendida. Assim, acreditar que depende dos genes ou qualquer outra coisa semelhante é um mito popular.
Embora alguém possa ser errar em sua autoconfiança, a autoconfiança significa geralmente uma avaliação realística de suas próprias habilidades. A autoconfiança sem garantia é chamada geralmente de “confiança em excesso”. Uma falta de autoconfiança significa que uma pessoa acredita que uma ação ou uma decisão particular não ficará como desejado.
A autoconfiança é um atributo importante porque a falta da opinião nas conseqüências de uma ação cria tensão, que aumenta a probabilidade de fracasso, assim causando uma pessoa depressiva.
Uma falta da autoconfiança é freqüentemente acompanhada do acanhamento, especialmente quando alguém está executando uma ação enquanto está sendo observada por outra. A preocupação (freqüentemente irracional) com o que os outros possam pensar dele pode provocar um erro causado crítica excedente da auto-observação, que distrai uma pessoa da tarefa. Todo o erro, de qualquer modo pequeno, pode ser amplificado por esta preocupação e causar uma erosão da autoconfiança e um aumento da autoconsciência. Isto pode precipitar em uma espiral descendente à distração, conduzindo à humilhação e à complicações mesmo quando a pessoa preocupada é perfeitamente capaz de executar a tarefa.
Melhorar a autoconfiança é uma questão de quebrar este ciclo, que é freqüentemente o melhor alcançado por atacar os vários elementos juntos. Praticar a tarefa de modo que tornar-se automática, combinado com a redução do medo das conseqüências de fracasso é uma boa aproximação. Ironicamente, às vezes ficar sob o temor do fracasso é necessário; é necessário falhar freqüentemente até que a pessoa aprenda que falhar não é assim tão mau, apesar de tudo, até melhorar seu desempenho e sua autoconfiança.
Adicionalmente a exposição a grupos sociais que elogiam, em vez de serem meramente críticos, pode ser de grande ajuda na melhora da autoconfiança.

FONTE: Wikipédia, a enciclopédia livre.

TÉCNICAS PARA NÃO FAZER O ATENDIMENTO.

Será que você já passou por isso? Sem dúvida alguma, as novas regras para o atendimento ao cliente , irão favorecer a todos, o Decreto de nº 6.523/08, que regulamenta a Nova Lei dos call centers, vem recheada de mudanças e promete beneficiar o consumidor. O público será privilegiado com:


  • Tempo máximo de atendimento de apenas um ou dois minutos;
    Apenas um atendente poderá solicitar CPF ou número de documentos;
    Não será permitido comercial ou música durante a espera;
    Ao desejar cancelar algo, o pedido deverá ser imediatamente deferido;
    O tempo estabelecido para o atendimento a solicitações de serviços, será de cinco dias úteis em uma única opção.


Logo, fique atento aos seus direitos para cobrá-los mediante situações desagradáveis!

COMO SALVAR UM AMIGO.

quinta-feira, 26 de março de 2009

FIADO? SÓ AMANHÃ!


A venda à credito é uma instituição, cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, fatura, são operações já costumeiras na conclusão de uma venda. Todas elas com uma apreciação de uma ficha cadastral e de elementos que dêem garantias para o recebimento. Mesmo com toda as condições que favorecem o recebimento, ainda assim existe a inadimplência. Em todas as operações de crédito o atraso ou a perda por falta de pagamento tem comportamentos diferentes, de maneiras distinta, uns mais e outros menos. Cada dia convivemos novas formas de estabelecer o comércio, ou seja, uma grande parcela do comércio, já não aceita cheque, não aceita cartões de crédito e débito, restringindo o pagamento somente a dinheiro. Em virtudes dessas condições desfavoráveis, o comércio se protege e com toda a razão, não é possível oferecer serviço de qualidade e não receber por isso. Mas apesar desse quadro desfavorável, ainda alguns empresários, donos de pequenos estabelecimentos, buscam a venda, utilizando o famoso fiado, anotações de caderno. Parece absurdo, mas o mais absurdo de tudo isso é continuar vendendo para quem não paga. Isso não é uma história mirabolante, é verdadeira, já me deparei com vários e até tem um que convivo diariamente que faz exatamente isso, vende para quem não paga. Em uma ocasião, assumindo uma loja, me deparei com o grande volume de venda realizada com cheque pré-datado, participava com quase 50% da venda diariamente. Quando pedi o levantamento da inadimplência, descobri que representava quase 30%. Veja, 30% de 50% era perda, os cheques voltavam sem fundo e não tinham recuperação e mesmo assim, houve uma grande resistência para retirada dessa operação desastrosa, com alegação que a venda iria cair. Me deparo com esse mesmo raciocínio hoje em dia, o pequeno empresário, que já tem todas as dificuldades para sobreviver, mesmo assim fica preocupado em cortar o fiado. Em depoimento recente de um dono de bar, me confidenciou uma perda de R$ 20.000,00 na operação de venda com anotações de caderno, vendendo fiado, e o pior vendendo para os mesmos que já não pagavam. É uma farra, o frequentador, não dá para chamar de cliente, bebe, come, não paga e mesmo assim, ainda continua sendo servido. Vá em um restaurante de fast-food e veja se consegue fazer a sua refeição, não faz, se não pagar primeiro e ser paciente. Sou empresário e me deparo todos os dias com essa situação, de ser exigido ao máximo e ter que criar condições para o pagamento, sem contar que ainda tem o aproveitador que dependendo de quem está atendendo, tenta aplicar o golpe de levar e pagar depois. A operação de crédito não é para qualquer um e na verdade nem deveria ser, o ideal é comprar à crédito e vender à vista, essa é uma operação lucrativa e não ao contrário e muito menos não receber. Troque o cliente indesejável, pelo cliente desejável, foque no cliente lucrativo e dispense aquele que não dá retorno. Se a venda cair no primeiro momento, saberá que está dispensando a venda podre e ficando com a venda boa. O cliente tem que ser fonte de renda e não de despesa, a contra prestação tem que ser verdadeira. Afaste a ideia de que acabando com o crédito fácil perderá, pelo contrário, a partir do momento que trabalhar de forma que as suas operações sejam lucrativa, poderá oferecer mais e melhor para o seu cliente. Nada, mas nada mesmo, substitui o lucro. Fiado, só amanhã.

"Uma pessoa que não sabe de onde seu próximo real ($) está vindo, normalmente não sabe para onde seu último real ($) foi."-- Autor Desconhecido

terça-feira, 24 de março de 2009

O OLHO DO DONO ENGORDA O GADO.


A grande maioria das pessoas que fazem opção por franquias acredita que o sistema é fechado sem possibilidades de falhas. Mesmo as grandes marcas franqueadas não são imunes aos roubos. Muitos acreditam que por ser um processo já testado ao longos dos anos e pelo valor que pagam de taxa para ingressar nesse mundo do comércio, acreditam que estarão seguros. Na grande maioria das lojas já instaladas e as que vão abrir em grandes shoppings e a lojas de rua, são de marcas famosas e franquias. O que se pode observar é que a presença do dono é muito peculiar, ou seja, não está presente, deixa de ser dono, para ser visitante da sua própria casa. Por incrível que possa parecer o roubo interno participa com aproximadamente 70% do valor, os 30% restantes, se diluem entre colaboradores externos e os clientes indesejados. Não podemos generalizar, cada caso é um caso. Veja que a maior participação da perda é pela fragilidade nos processos internos e não estamos falando exclusivamente do setor de franquias, essa questão é de forma geral, sendo franquia ou não. Garantir os procedimentos parece tarefa básica, e porquê não acontece? Não acontece em virtude do proprietário acreditar nos processos e nas pessoas que colocam para gerenciar. Acreditar nas pessoas é de grande importância, mas quem delega, controla, e a responsabilidade continua sendo do proprietário. É bem verdade que fazer um balanço dá muito trabalho, abrir a loja de manhã cedo, fechar loja, fazer compras, fazer pagamentos, etc, tudo isso é muito cansativo e a primeira providência que se toma é contratar um encarregado e lhe transmitir a tarefa de tocar o empreendimento. Quantas vezes já ouvimos e quantas vezes ainda ouviremos histórias de proprietários que se dizem roubados, que confiaram na pessoa errada. Dia após dia é o que mais se vê. Quanto mais cresce o empreendimento, mas a cadeia de procedimentos se fragiliza quando não tem o devido acompanhamento. As grandes empresas, disponibilizam diversos recursos para manter o controle e mesmo assim a perda desconhecida, participa em torno de 1 a 2% ao ano. Agora considere esses 1 ou 2% em valores que representem milhões por ano, estamos falando de muito dinheiro que desaparece do caixa das empresas. Essas empresas, em virtude da organização suportam essa perda pois já contemplam em seu mix de margem e conseguem recuperar o resultado previsto em virtude dos grandes volumes de venda. Quando analisamos as pequenas empresas, alguns valores muito menos significativos, foram o suficiente para fechar a empresa. Posso garantir com certeza, que os roubos internos acontecem exatamente pela condição favorecida e sem controle. Não existe sistema ou processos infalíveis, câmera de vídeos, circuito interno via internet. Nada disso funciona se o patrão não estiver presente. Podemos ir muito mais longe com esse assunto, mas o mais importante é sensibilizar os responsáveis. Para evitar perdas, roubos e situações indesejadas, a presença do proprietário é fundamental, para demonstrar as demais pessoas envolvidas no processo que o patrão está presente. Muitos querem ser patrão, donos ou proprietários para trabalhar menos, chegar mais tarde e sair mais cedo e na verdade, ser patrão significa trabalhar ainda mais do que jamais trabalhou. Analise o seu dia a dia, você pode estar perdendo muito mais do que imagina e dependendo da situação, pode ser tarde demais.

sexta-feira, 20 de março de 2009

AVALIAÇÃO DE PESSOAL


Passei 17 anos em uma grande multinacional do varejo e mais 3 anos em outra, nunca, em nenhuma oportunidade foi feita uma avaliação a meu respeito, a não ser as avaliações orçamentárias, aquelas voltadas ao prêmio de gestão. Apesar do conhecimento e das ferramentas disponíveis para uma avaliação formal, nunca foi feita. E isso era uma prática costumeira, não se fazia com hierarquia e muito menos com a equipe operacional. Numa organização onde não se faz uma avaliação periódica dos seus colaboradores, é impossível extrair o máximo dos resultados. Pode ter certeza que na grande maioria apesar do conhecimento, fica mais fácil não desenvolver e não ter esse período de avaliar e de falar olhando nos olhos. Muitos evitam a possibilidade da indisposição e dar espaço para ouvir o que geralmente não gostaria, pois a avaliação é uma via de mão dupla e muitos das pessoas que geralmente estão no cargo de chefia, não são o exemplo que normalmente deveria ser, o que gera uma certa dúvida: Quem é você para me dizer isso? Pois é uma grande verdade, você chega no horário? Como pode cobrar aquilo que não faz? A grande verdade, é que poderá ouvir de vários consultores que a avaliação deve ser feita, não estou falando que não deva ser feita, mas qual a pessoa ideal para fazer e qual a melhor forma ? O chefe direto ou pessoal do RH? A minha experiência é real e não retirada de artigos. Alguns falam em liderança e feedback. Fico pensando que essas pessoas que falam isso, nunca viveram o chão de uma loja, não sabem do que estão falando ou fazem o jogo da demagogia. Na grande maioria das pessoas que exercem um cargo de chefia, o fazem por conseqüência e não por competência, são promovidos pela própria necessidade de ocupar o cargo ou função, pelo menos no universo comercial a qual vivi por muitos anos, não posso generalizar, seria injusto, mas serve de exemplo. Considerando, como pessoas tão despreparadas podem ser responsabilizadas em fazer avaliação do seu pessoal? Antes de desenvolver a ferramenta de avaliação, na internet tem diversos tipos, deve-se preparar pessoas primeiro, principalmente os que ocupam cargo de chefia, posteriormente a equipe operacional e logo em seguida providenciar as devidas avaliações. Quantas vezes as empresas precisam fazer corte de pessoal e normalmente quando vão dispensar as pessoas alegam que não tinham o perfil ou é contenção de despesa. Na verdade fica mais fácil alegar isso do que gerar as avaliações, que deveriam ser periódicas, aquela que poderia extrair e proporcionar o famoso feedback ao funcionário, proporcionando melhores resultados e evitando as demissões. Quando ouvir alguém falar em liderança, não discuta, mas talvez a pessoa esteja confundindo líder com chefe, é bem diferente.
Arriscar uma definição de líder: "Líder é aquele capaz de influenciar as pessoas, a fazerem aquilo que ele pede ou o que é necessário fazer." Tem muitas, escolha a que se identificar melhor com você.