Observe no final do video, que o jogo estava 1x10 e mesmo assim teve o espírito de comemorar o ponto com uma jogada sensacional.
"Comemore suas vitórias mesmo quando são pequenas". Maria Teresa Maldonado
Observe no final do video, que o jogo estava 1x10 e mesmo assim teve o espírito de comemorar o ponto com uma jogada sensacional.
"Comemore suas vitórias mesmo quando são pequenas". Maria Teresa Maldonado

Como estabelecer o preço do seu serviço ou produto? Quando falamos em produto, e do mesmo produto fica mais difícil pois é comparável. Em algumas ocasiões o mercado se mostra agressivo, principalmente quando relacionado a preço, normalmente acompanha-se os preços praticados sob pena de não vender os produtos em estoque. Podemos falar de produtos, que não são comparáveis, um bom exemplo é o pão francês. Veja que a forma, o atendimento, instalação, a localização, a qualidade, faz de um produto de fácil comparação em um produto não comparável, em um produto exclusivo, isso é gerar valor ao produto. Os especialistas falam que a empresa determina o preço de venda do seu produto e não o mercado, os que vivem o comércio na prática e não na teoria, não concordam com essa afirmação. Por diversas vezes em mesa de negociação com fornecedores, utilizávamos o preço de venda da concorrência como ponto de partida para negociação dos custos, de certa forma, o mercado estabelece o preço de venda, a não ser que o produto seja exclusivo. É possível ter um produto exclusivo no dias de hoje? Tenho absoluta certeza que sim, podemos utilizar o exemplo do pão francês e ter um produto exclusivo, tudo vai depender de que forma será colocado à venda. O serviço é outro produto que pode ser exclusivo. Ser detentor de um conhecimento que nenhum outro tem, fica mais fácil estabelecer o preço de venda, pois não tem concorrente. Me deparo todos os dias com pessoas que não valorizam o trabalho dos outros, mesmo sabendo que ele não é capaz de fazer igual ou pelo menos parecido. No âmbito intelectual, do conhecimento e do talento é mais amplo, apesar de ser um serviço, ainda pode ser comparável, exatamente pelo que se pode produzir. Dizem que não é preciso ser padeiro para saber se o pão é bom ou não. Comentarista de futebol é outro exemplo, apesar de nunca ter jogado futebol profissionalmente, tem um monte deles fazendo os seus comentários a respeito e a comparação é inevitável. O serviço segue o mesmo princípio no meu entender a respeito do produto, para que não seja comparável, vai depender do valor que agregar. Veja que um simples bom dia, olhando nos olhos e um belo sorriso, pode ser não comparável. Parece coisa simples, mas pode ter certeza que são poucos os casos, apesar de todas as orientações e treinamento. Para ser exclusivo, não comparável, não precisa fazer muito, a grande maioria já saí de casa com vontade de voltar. Recebi um email com esse vídeo e resolvi postar no blog, pois achei bem interessante. Uma estratégia para vaga de emprego, é claro que isso é um comercial da Pepsi do refrigerante Max. Por favor não pense em fazer isso.
A autoconfiança é um termo usado para descrever como uma pessoa está segura em suas próprias decisões e ações. Isto pode ser aplicado geralmente ou às situações ou às tarefas específicas.
A autoconfiança nunca é herdada; é aprendida. Assim, acreditar que depende dos genes ou qualquer outra coisa semelhante é um mito popular.
Embora alguém possa ser errar em sua autoconfiança, a autoconfiança significa geralmente uma avaliação realística de suas próprias habilidades. A autoconfiança sem garantia é chamada geralmente de “confiança em excesso”. Uma falta de autoconfiança significa que uma pessoa acredita que uma ação ou uma decisão particular não ficará como desejado.
A autoconfiança é um atributo importante porque a falta da opinião nas conseqüências de uma ação cria tensão, que aumenta a probabilidade de fracasso, assim causando uma pessoa depressiva.
Uma falta da autoconfiança é freqüentemente acompanhada do acanhamento, especialmente quando alguém está executando uma ação enquanto está sendo observada por outra. A preocupação (freqüentemente irracional) com o que os outros possam pensar dele pode provocar um erro causado crítica excedente da auto-observação, que distrai uma pessoa da tarefa. Todo o erro, de qualquer modo pequeno, pode ser amplificado por esta preocupação e causar uma erosão da autoconfiança e um aumento da autoconsciência. Isto pode precipitar em uma espiral descendente à distração, conduzindo à humilhação e à complicações mesmo quando a pessoa preocupada é perfeitamente capaz de executar a tarefa.
Melhorar a autoconfiança é uma questão de quebrar este ciclo, que é freqüentemente o melhor alcançado por atacar os vários elementos juntos. Praticar a tarefa de modo que tornar-se automática, combinado com a redução do medo das conseqüências de fracasso é uma boa aproximação. Ironicamente, às vezes ficar sob o temor do fracasso é necessário; é necessário falhar freqüentemente até que a pessoa aprenda que falhar não é assim tão mau, apesar de tudo, até melhorar seu desempenho e sua autoconfiança.
Adicionalmente a exposição a grupos sociais que elogiam, em vez de serem meramente críticos, pode ser de grande ajuda na melhora da autoconfiança.
FONTE: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Será que você já passou por isso? Sem dúvida alguma, as novas regras para o atendimento ao cliente , irão favorecer a todos, o Decreto de nº 6.523/08, que regulamenta a Nova Lei dos call centers, vem recheada de mudanças e promete beneficiar o consumidor. O público será privilegiado com:
Logo, fique atento aos seus direitos para cobrá-los mediante situações desagradáveis!

A venda à credito é uma instituição, cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, fatura, são operações já costumeiras na conclusão de uma venda. Todas elas com uma apreciação de uma ficha cadastral e de elementos que dêem garantias para o recebimento. Mesmo com toda as condições que favorecem o recebimento, ainda assim existe a inadimplência. Em todas as operações de crédito o atraso ou a perda por falta de pagamento tem comportamentos diferentes, de maneiras distinta, uns mais e outros menos. Cada dia convivemos novas formas de estabelecer o comércio, ou seja, uma grande parcela do comércio, já não aceita cheque, não aceita cartões de crédito e débito, restringindo o pagamento somente a dinheiro. Em virtudes dessas condições desfavoráveis, o comércio se protege e com toda a razão, não é possível oferecer serviço de qualidade e não receber por isso. Mas apesar desse quadro desfavorável, ainda alguns empresários, donos de pequenos estabelecimentos, buscam a venda, utilizando o famoso fiado, anotações de caderno. Parece absurdo, mas o mais absurdo de tudo isso é continuar vendendo para quem não paga. Isso não é uma história mirabolante, é verdadeira, já me deparei com vários e até tem um que convivo diariamente que faz exatamente isso, vende para quem não paga. Em uma ocasião, assumindo uma loja, me deparei com o grande volume de venda realizada com cheque pré-datado, participava com quase 50% da venda diariamente. Quando pedi o levantamento da inadimplência, descobri que representava quase 30%. Veja, 30% de 50% era perda, os cheques voltavam sem fundo e não tinham recuperação e mesmo assim, houve uma grande resistência para retirada dessa operação desastrosa, com alegação que a venda iria cair. Me deparo com esse mesmo raciocínio hoje em dia, o pequeno empresário, que já tem todas as dificuldades para sobreviver, mesmo assim fica preocupado em cortar o fiado. Em depoimento recente de um dono de bar, me confidenciou uma perda de R$ 20.000,00 na operação de venda com anotações de caderno, vendendo fiado, e o pior vendendo para os mesmos que já não pagavam. É uma farra, o frequentador, não dá para chamar de cliente, bebe, come, não paga e mesmo assim, ainda continua sendo servido. Vá em um restaurante de fast-food e veja se consegue fazer a sua refeição, não faz, se não pagar primeiro e ser paciente. Sou empresário e me deparo todos os dias com essa situação, de ser exigido ao máximo e ter que criar condições para o pagamento, sem contar que ainda tem o aproveitador que dependendo de quem está atendendo, tenta aplicar o golpe de levar e pagar depois. A operação de crédito não é para qualquer um e na verdade nem deveria ser, o ideal é comprar à crédito e vender à vista, essa é uma operação lucrativa e não ao contrário e muito menos não receber. Troque o cliente indesejável, pelo cliente desejável, foque no cliente lucrativo e dispense aquele que não dá retorno. Se a venda cair no primeiro momento, saberá que está dispensando a venda podre e ficando com a venda boa. O cliente tem que ser fonte de renda e não de despesa, a contra prestação tem que ser verdadeira. Afaste a ideia de que acabando com o crédito fácil perderá, pelo contrário, a partir do momento que trabalhar de forma que as suas operações sejam lucrativa, poderá oferecer mais e melhor para o seu cliente. Nada, mas nada mesmo, substitui o lucro. Fiado, só amanhã.
"Uma pessoa que não sabe de onde seu próximo real ($) está vindo, normalmente não sabe para onde seu último real ($) foi."-- Autor Desconhecido

