segunda-feira, 27 de julho de 2009

FULL TIME OU PART TIME?


Antes de tomar uma decisão, primeiro é importante saber o que quer dizer. Quando se diz FULL TIME, é quando a pessoa trabalha em tempo integral em uma empresa ou trabalho, o que normalmente acontece. O PART TIME, é atividade onde a pessoa é contratada para trabalhar em determinado tempo ou horário, para cobrir faltas, férias ou reforçar atendimento ou produção. Resumindo, o trabalhador que é contratado FULL TIME exerce a função em tempo integral. Esse trabalhador normalmente é contratado para exercer a função na plenitude, que tem mais chances de carreira, de promoções, pois se dedica em tempo integral as atividades e aos interesses da empresa. Ao contrário desse, o PART TIME, é contratado, na maioria das vezes na mesma função do FULL TIME, mas com uma carga horária de serviço reduzido e com entrada em horários específicos, horários de maior fluxo de vendas ou produção, e conseqüentemente recebem um salário menor. Agora vamos refletir. Vou falar isso com experiência de mais de 20 anos. A contratação do PART TIME, tem como objetivo de reforçar em determinados horários, o atendimento ou a produção, mas além disso, ter um quadro de pessoal maior com uma despesa menor. Vamos analisar dois aspectos: o primeiro, do lado empresarial, tem um quadro maior e uma despesa menor. O segundo, o funcionário quando contratado como PART TIME, no primeiro momento, aceita essa condição, na grande maioria da vezes, por não ter outra opção, ou seja, fazer a mesma função, o mesmo uniforme, o mesmo local de trabalho, mas não tem os mesmos benefícios e o mesmo salário. Veja, na cabeça do empresário, parece que isso funciona muito bem, mas só na cabeça dele, pois o funcionário pensa diferente. O empresário pensa assim: ele pode ter outra atividade durante o dia e vir trabalhar á noite aqui. Acredito que não é preciso dizer que essa atividade é uma cultura estrangeira, onde americanos, europeus, trabalham, em alguns casos em até três empregos no mesmo dia. Isso pode funcionar muito bem lá, aqui no Brasil, apesar de várias tentativas, não vi funcionar. O entendimento do empresário não é o mesmo do funcionário. Nunca vi um PART TIME satisfeito na sua condição. Mas uma vez, quando damos uniforme, crachá, a um funcionário, esse está representando a empresa perante ao cliente. Ele satisfeito defende, se integra, assume o seu papel, não satisfeito faz pouco caso. É uma ilusão de uma despesa de pessoal baixa com relação a contratação do PART TIME. Apesar de pagar menos, tem uma prestação de serviço menor também. Pensar que terá o mesmo compromisso, o mesmo atendimento de um PART TIME em relação ao FULL TIME, principalmente quando estão no mesmo turno de trabalho, é querer se enganar. A esperança de um PART TIME é se tornar um FULL TIME, poder usufruir dos benefícios, do salário integral e ter as oportunidades. Os especialistas, vão dizer, que é uma boa ferramenta, se bem aplicada. Mas uma vez, não vivem o chão de uma loja. Nunca vi funcionar. Não confunda PART TIME com temporários, que normalmente são contratados por determinado período e depois são dispensado, prática utilizada muito em épocas sazonais, como: Natal, Páscoa, Dia das Mães, etc..Temos na verdade ser mais produtivos, distribuir melhor os turnos, fazer as escalas conforme o fluxo de vendas e produção. Boa vendas, bons negócios.

terça-feira, 30 de junho de 2009

PROMOÇÕES DO TIPO PAGUE 2 LEVE 3 NEM SEMPRE SÃO VANTAJOSAS.

Matéria publicada hoje no site do Yahoo. Leia com atenção.

SÃO PAULO - Comuns em supermercados, drogarias, entre outros estabelecimentos, as promoções do tipo "leve 3 e pague 2" nem sempre são realmente vantajosas para o consumidor. O alerta é do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).
Em uma pesquisa realizada pela entidade, o Instituto constatou, por exemplo, o caso de um papel higiênico que oferecia ao consumidor 200 metros pelo preço de 180 metros, sendo que o valor do metro era de R$ 0,036.
Contudo, o mesmo produto (quatro rolos de 50 metros cada) que não possuía o desconto tinha o metro vendido a R$ 0,037. Ou seja, na realidade, no produto em promoção, o consumidor estava pagando por 196,8 metros e não por 180 metros, como o que fora anunciado. Se a promoção fosse respeitada, diz o Idec, o valor do pacote promocional deveria ser 10% menor que o do comum, saindo a R$ 0,034 por metro.
O que fazer?
Em situações como estas, segundo o Idec, o vice-presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados), Martinho Paiva Moreira, orienta ao cliente que procure pela gerência para que o preço do produto seja corrigido.
"Se o consumidor encontrar uma promoção desse tipo sendo desrespeitada, deve avisar na hora o gerente do supermercado, para que o preço seja mudado."
Outra maneira de coibir propagandas enganosas como estas, na opinião do Idec, é a adoção, por parte dos estabelecimentos comerciais, da informação do preço por unidade de medida (quilograma, litro ou metro).
Além de proteger e facilitar a comparação de preços para o consumidor, avalia a entidade, a medida deve evitar a maquiagem de produtos, que ocorre, por exemplo, quando uma mercadoria diminui de tamanho sem aviso prévio e sem ter o prazo reduzido proporcionalmente.
"Muitas vezes o consumidor nem percebe a maquiagem. Um iogurte que passa de 200g para 180g, por exemplo, mal é percebido. O consumidor acha que está mais barato, mas não é isso, é porque vem menos quantidade de produto", disse o promotor de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro, Júlio Machado.
Fonte: Site do Yahoo

CAIXA DE SUGESTÕES.


A caixa de sugestões é uma ferramenta importante e barata para entrar em contato com o cliente. Na grande maioria das vezes nos surpreendemos com os resultados. Agora vejamos, grandes lojas de departamentos, supermercados, hospitais, etc.. utilizam esse canal de comunicação. Pois bem, se você for utilizar para fazer uma sugestão ou reclamação, quando acha o tal lugar, tem um segurança do lado ou uma atendente, para ficar de olho no que está escrevendo, quando não é isso, não tem papel, quando tem papel não tem caneta e provavelmente não terá os dois. Esquecido no canto da parede, cheio de poeira e servindo de lixeira, esse é o quadro que normalmente se encontra quando falamos em caixa de sugestão. Além da sugestão, o cliente ainda tem que ter a caneta e o papel. Não pense que é um exagero. A iniciativa não acompanha a necessidade da manutenção, muitos não gostam, pois é importante responder formalmente, escrever para o cliente, demonstrar que a opinião dele é importante e que tem valor, mas isso toma tempo e dá trabalho. Quando o cliente se dispõe a buscar e escrever o seu sentimento a respeito da sua experiência, é simplesmente porquê ele se importa, quer mudanças, melhorias no atendimento, na exposição, na mercadoria, na limpeza, etc... e são condições fáceis de serem atendidas e mesmo que não sejam, só o fato de responder explicando os motivos, já se torna importante. Esqueça aquelas cartas prontas, onde só preenche o nome e a data, isso não serve, o cliente percebe ou a Ouvidoria, essa que você manda as cartas para que sejam respondidas e elas simplesmente desaparecem. Esqueça o cidadão que só lê as sugestões, as reclamações ele deu um jeito de sumir com elas. Esqueça tudo isso. O cliente que vai na sua loja e por algum motivo não gosta de alguma coisa e não escreve, não se manifesta, é porquê, pouco importa para ele o que esteja acontecendo, ele não vai voltar. Esse cliente você já perdeu. A caixa de sugestão é uma ação estratégica, podendo ser utilizada, não só para loja inteira, mas dividida em departamentos, nos setores, nos banheiros, contanto que seja bem utilizada e que sirva para conduzir na evolução dos procedimentos diários. Responsabilizar uma pessoa, não adianta deixar por conta, não funciona. Uma pessoa responsável que possa manter em bom funcionamento e com as devidas respostas e soluções, quando for possível. Pode-se utilizar para o cliente interno e externo, os colaboradores podem e devem dar sugestões buscando melhorias. Pode ter certeza que o cliente que se importa com a sua loja e puder se manifestar, irá fazê-lo e com isso te ajudar a melhorar o seu dia a dia. Um cliente satisfeito torna o seu dia mais agradável. Pratique o ato de conhecer o seu cliente, de saber as suas necessidades, dos seus hábitos, dê a importância na justa medida e será recompensado. Boas vendas, bons negócios.

sábado, 20 de junho de 2009

PROPAGANDA OU PUBLICIDADE?


Existe muita confusão sobre o que é propaganda e publicidade. Diversas definições são aplicadas sobre as duas atividades, mas quando retornamos no tempo podemos entender melhor com se aplica cada caso. Em algumas análises, essa confusão é em virtude das traduções de linguagem das áreas de negócios oriundas de países de língua inglesa. A proposta dessa postagem é deixar claro e de forma objetiva o que é publicidade e o que é propaganda. Mas antes vamos falar das agências de publicidade. Já deve ter acontecido com você, marcar uma consulta médica e ficar aguardando na sala de espera, logo em seguida entra uma pessoa com cara de vendedor e pede para falar com o médico, ele está ali para apresentar novidades e fica alguns minutos. Essa pessoa é o propagandista, o vendedor de remédios, equipamentos, aparelhos e equivalentes na área médica são chamados assim. Agora veja, um dono de uma agência de propaganda, vai se chamar propagandista ou publicitário? Lógico que fica muito mais charmoso, glamoroso ser chamado de publicitário. Pois é isso, hoje em dia, houve uma evolução em relação a denominação, as agência de propagandas ou publicidade, utilizam a colocação de agência de comunicação integrada, mas continuam fazendo propaganda mesmo e só, pelo menos na grande maioria. Propaganda é toda ação ou atividade paga, ou seja, anuncio na mídia (televisão, jornais, revistas, internet, etc). Se fala muito também em Merchandising que é uma ferramenta de Marketing, formada pelo conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos no ponto-de-venda, de maneira tal que acelere sua rotatividade, aumentando o volume de venda. Isso, apesar do nome bonito, é propaganda, pois para essa ação existe o custo envolvido. Existe em alguns casos, onde se fala que é uma matéria paga, apesar de não envolver, produtos, preços, prazos, mas disfarçada de publicidade busca de um modo específico de se apresentar com uma informação ou várias, com claro objetivo para atingir. Mesmo que a mensagem traga informação verdadeira, é possível que seja tendenciosa e direcionada. Quando ouvir que se vai fazer uma campanha publicitária, na verdade é uma campanha de propaganda visando atingir objetivos traçados nos planos estratégicos de uma empresa, de um governo, de um partido, etc., pelo simples diferença de critério, será paga. A Publicidade pode se dividir em duas condições, a publicidade positiva e a publicidade negativa. Ao contrário da propaganda, a publicidade não é paga, ela é gratuita e dependendo da situação, pode ser uma grande dor de cabeça. Existe diversos fatores que geram a publicidade, a própria propaganda pode gerar publicidade positiva ou negativa. Um bom exemplo é uma empresa anunciar um produto por um preço e não ter a mercadoria para entregar e sair em todos os jornais e televisão. Veja que a propaganda gerou uma publicidade negativa em virtude de ter sido mal feita. A empresa pagou para fazer a propaganda, mas não pagou para fazer a publicidade do evento ocorrido. Uma outra situação, considerando a mesma empresa, é ela fazer um evento ou gerar alguma condição diferenciada para comunidade e atrair atenção da mídia, ou seja, não pagou para fazer propaganda e mesmo assim houve a publicidade, nesse caso positiva. Como podem ver, apesar de serem distintas, andam lado a lado. E essa condição não é restrita a empresas, órgãos governamentais, partidos, instituições, etc., a pessoa física pode fazer propaganda e/ou publicidade. Um bom currículo, uma boa apresentação pessoal, isso é propaganda, pois custou alguns recursos financeiros, podendo gerar uma publicidade positiva a seu respeito, por outro lado, fazer alguma coisa errada, fora da lei, por exemplo, pode gerar uma publicidade negativa e perder negócios ou o emprego. Quando escrevo e posto no meu blog, além de estar fazendo propaganda a meu respeito, faço também publicidade, pois é difusão pública das minhas idéias. Repassando, quando tiver que pagar é propaganda, quando não tiver que pagar, isso é publicidade positiva ou negativa. Espero que tenha ajudado.

Referências: Wikipedia

quinta-feira, 18 de junho de 2009

VOCÊ APRENDE.

Anteriormente, tinha postado por escrito caso alguém tivesse o interesse de fazer uma cópia da mensagem, dessa vez estou postando em vídeo. Vale apena ouvir, refletir e mudar caso se faça necessário.



"Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar." William Shakespeare

UMA BOA SUGESTÃO PARA QUEM ESTÁ PENSANDO OU PRECISANDO TROCAR O MACACO DO CARRO.

"Todo ato criativo requer eliminação e simplificação. Simplificação resulta da realização do que é essencial."-- Hans Hoffmann--

quarta-feira, 17 de junho de 2009

TEM, MAS ACABOU!




Recentemente um bar montou um esquema para reverter a situação das vendas em baixa. Mandou fazer uma fachada nova, onde se destacava o preço do chopp. Chopeira nova, cadeiras novas, cardápio envolvente, reinauguração com faixa, cartazes, etc...Bom, passando o efeito da reinauguração, tem três dias que não tem chopp, três dias que o cliente entra no estabelecimento, senta na cadeira nova, pede o chopp e não tem. O que leva o comerciante agir assim? Vamos a outros exemplos: Gráfica que deixa acabar o papel, restaurante que deixa acabar a carne que está no cardápio, o bar que deixa acabar a cerveja, a lanchonete que deixa acabar o refrigerante. O exemplo marcante, o sapato preto é o mais vendido, sem nenhuma dúvida, por conseqüência, a graxa de sapato, para sapatos pretos, também é o que mais vende, mas verifique no supermercado da sua preferência se não está em falta, na grande maioria das vezes tem o marron e o branco, o preto não. Tenho absoluta certeza que você já passou por isso. É sabido que o desempenho das empresas de forma geral melhora a sua rentabilidade apenas fazendo o controle de perdas, sem necessariamente aumentar as vendas e melhora substancialmente as vendas, diminuindo as rupturas dos produtos que mais vendem. E como identificar e controlar as vendas desse produtos que significam na grande maioria 80% da sua venda diária? A Curva ABC ou 80-20, é baseada no teorema do economista Vilfredo Pareto, na Itália, no século XIX, num estudo sobre a renda e riqueza, ele observou uma pequena parcela da população, 20%, que concentrava a maior parte da riqueza, 80%. A curva ABC ou curva de Pareto é um método de classificação de informações, para que se separem os itens de maior importância ou impacto, os quais são normalmente em menor número. Trata-se de classificação estatística de materiais, baseada no princípio de Pareto, em que se considera a importância dos materiais, baseada nas quantidades utilizadas e no seu valor. Também pode ser utilizada para classificar clientes em relação aos seus volumes de compras e/ou classificação de produtos da empresa pela lucratividade proporcionada, etc. Numa organização, a curva ABC é muito utilizada para a administração de estoques, mas também é usada para a definição de políticas de vendas, para o estabelecimento de prioridades, para a programação de produção, etc. Para a administração de estoques, por exemplo, o administrador a usa como um parâmetro que informa sobre a necessidade de aquisição de itens - mercadorias ou matérias-primas - essenciais para o controle do estoque, que variam de acordo com a demanda do consumidor. Na avaliação dos resultados da curva ABC, percebe-se o giro dos itens no estoque, o nível da lucratividade e o grau de representação no faturamento da organização. Os recursos financeiros investidos na aquisição do estoque poderão ser definidos pela análise e aplicação correta dos dados fornecidos com a curva ABC. Caso o seu sistema de informática que controla vendas e estoque, não proporcione esse levantamento, procure instalar para que possa classificar seus produtos, seus clientes, suas margens de lucro e veja como terá mais facilidade para tomar as suas decisões e principalmente, não perder venda.

Referências: A Wikipédia