segunda-feira, 31 de agosto de 2009

ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO


O objetivo dessa postagem e aumentar a eficiência das pessoas que ocupam posição de liderança ou até mesmo as que tenham essa pretensão, permitindo que estas produzam melhor, em menos tempo, compatibilizando suas metas pessoais e profissionais, com um menor desgaste e dispêndio de energia física e mental. A Administração do Tempo começa com a auto descoberta, isto é, como utilizamos o nosso tempo, o que não nos satisfaz e o que desejamos mudar. Administrar o Tempo é uma forma racional e sistemática de mudança, baseada no bom senso, na auto-análise e na observação do próprio comportamento. Á base fundamental de uma boa administração do tempo é o auto-avaliação e a vontade de mudar. Uma pessoa centralizadora tem sérios problemas em administrar o seu tempo, normalmente nunca tem tempo para nada e mesmo assim sobrecarregada de tarefas e obrigações. Veja que uma pessoa centralizadora tem medo, tem receio e absorve todos os problemas e situações que normalmente não são de sua responsabilidade. A primeira providência é ter coragem de mudar e se organizar. Uma agenda é capaz de revolucionar o seu comportamento e estabelecendo prioridades e não permitindo que se altere ao longo do dia, caso não seja urgente. Ser fiel ao planejamento elaborado é fundamental para que no fim do dia de trabalho, tenha a sensação de produtividade, sem um desgaste desnecessário. Falar da agenda é um ponto importante, mas organizar as ações é muito mais. Entenda que fazer uma agenda, não o torna eficiente se não organizar as tarefas do dia, sabendo exatamente como começar, as ferramentas que serão utilizadas, as pessoas envolvidas e como finalizar. Uma agenda e uma simples folha de papel é suficiente para transformar uma operação desastrosa em uma atividade produtiva e eficiente. Como podem ver, o desperdício de tempo não está ligada apenas a um fator específico, são um conjunto de situações desfavoráveis que levam a perda significativa de tempo e produção , segue abaixo alguns pontos importantes.


O que pode causar o desperdício de tempo, a falta de:


• Planejamento e definição das prioridades.
• Informações eficientes e utilização dos recursos existentes.
• Disciplina no cumprimento da agenda estabelecida .
• Definição clara de objetivos na execução das tarefas .
• Decentralização das decisões.


Como podemos melhorar o nosso desempenho profissional e pessoal:


• Planejamento eficiente produz melhores resultados.
• Organização de tarefas, determinar pessoas certas para o trabalho e a utilização dos meios e ferramentas adequadas para realização dos serviços.
• Comunicação, utilização dos meios eletrônicos, como telefone, emails, MSN, evitando o deslocamento desnecessário e ganho em produtividade.
• Tomada de decisões fundamentadas, objetivas e claras a todo pessoal envolvido, ajuda a buscar os objetivos traçados.






sexta-feira, 21 de agosto de 2009

DIVERSOS CONTROLES REMOTOS? SEUS PROBLEMAS ACABARAM!

"Qualquer tecnologia suficientemente avançada parece ser mágica."--Arthur C. Clarke

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

RECEITA DE UMA VIDA - PROPAGANDA DA COCA-COLA

Vale a pena assistir, repensar os seus conceitos sobre a vida.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

UMA VERSÃO DIVERTIDA PARA COMBATER O CIGARRO.

PARCERIA, TER OU NÃO TER, EIS A QUESTÃO?


Quando falamos de parceiros, não estamos falando de pessoas ou empresas ligadas diretamente ao negócio, mas por determinado serviço, produto ou patrocínio. Um exemplo bem fácil de entender é o patrocínio de uma certa empresa ao um clube de futebol. Veja que pode se dizer que se firmou uma parceria, mas nada verdade, existe um contrato de obrigações por ambas as partes, que normalmente regem procedimento, prazos, atitudes, comportamento, etc. Utilizando esse mesmo exemplo, o contrato estabelece um prazo a ser cumprido, às vezes se renova-se ou não, permitindo aos interessados seguir um outro caminho ou buscar nova opções. Na indústria ou no comércio de produtos e serviços, também é fácil encontrar esse tipo de atividade, o que amplia ou dá condições a uma das partes envolvidas no processo de se dedicar integralmente nas atribuições mas inerentes ao seu conhecimento ou atividade. O que acontece, não posso generalizar , mas acontece de não ser uma via de mão dupla, em ambos os casos, tanto o fornecedor como o cliente, puxa a corda mais para o seu lado. A tercerização de serviços é muito complicada, pois quem terceriza quer levar uma vantagem muito grande em relação ao custo, qualidade, entrega, pelo outro lado o fornecedor acredita que a tercerização do serviço fortalece a empresa no sentido de estar ganhando muito por muito pouco, o que leva a romper a parceria. A empresa que terceriza não protege o seu fornecedor, visa o seu lucro imediato e o serviço prestado ao cliente, para gerar uma imagem positiva da sua empresa e não do fornecedor. Vivi algumas situações em empresas multinacionais, isso no passado, que o fornecedor era explorado ao extremo, ao ponto de quebrar, pois tinha a doce ilusão de entrar e crescer com o fornecimento, não fazia conta, muitas vezes financiava esse fornecimento com recursos próprios ou em bancos. No meu entendimento, não podemos pensar em apenas proteger o cliente, temos que proteger o fornecedor também, principalmente se ele tem um serviço de qualidade e um atendimento diferenciado. Sabemos quanta falta faz um cliente, mas sabemos quanto faz falta um bom fornecedor? Sabemos quanto custa conquistar um cliente, mas sabemos quanto custa desenvolver um fornecedor? Sinceramente numa operação dessa natureza não existe o ganha ganha, é natural que uma das partes seja a menos previlegiada, talvez no primeiro momento ganhe menos para ganhar mais em outra oportunidade. Mas lembre-se no serviço de tercerização, não pense em proteger apenas o cliente, o fornecedor é fundamental para que o seu negócio prospere, quando se utiliza dois pesos e duas medidas, corre o risco de ficar sem o cliente ou sem fornecedor. Pense nisso e bons negócios.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

FULL TIME OU PART TIME?


Antes de tomar uma decisão, primeiro é importante saber o que quer dizer. Quando se diz FULL TIME, é quando a pessoa trabalha em tempo integral em uma empresa ou trabalho, o que normalmente acontece. O PART TIME, é atividade onde a pessoa é contratada para trabalhar em determinado tempo ou horário, para cobrir faltas, férias ou reforçar atendimento ou produção. Resumindo, o trabalhador que é contratado FULL TIME exerce a função em tempo integral. Esse trabalhador normalmente é contratado para exercer a função na plenitude, que tem mais chances de carreira, de promoções, pois se dedica em tempo integral as atividades e aos interesses da empresa. Ao contrário desse, o PART TIME, é contratado, na maioria das vezes na mesma função do FULL TIME, mas com uma carga horária de serviço reduzido e com entrada em horários específicos, horários de maior fluxo de vendas ou produção, e conseqüentemente recebem um salário menor. Agora vamos refletir. Vou falar isso com experiência de mais de 20 anos. A contratação do PART TIME, tem como objetivo de reforçar em determinados horários, o atendimento ou a produção, mas além disso, ter um quadro de pessoal maior com uma despesa menor. Vamos analisar dois aspectos: o primeiro, do lado empresarial, tem um quadro maior e uma despesa menor. O segundo, o funcionário quando contratado como PART TIME, no primeiro momento, aceita essa condição, na grande maioria da vezes, por não ter outra opção, ou seja, fazer a mesma função, o mesmo uniforme, o mesmo local de trabalho, mas não tem os mesmos benefícios e o mesmo salário. Veja, na cabeça do empresário, parece que isso funciona muito bem, mas só na cabeça dele, pois o funcionário pensa diferente. O empresário pensa assim: ele pode ter outra atividade durante o dia e vir trabalhar á noite aqui. Acredito que não é preciso dizer que essa atividade é uma cultura estrangeira, onde americanos, europeus, trabalham, em alguns casos em até três empregos no mesmo dia. Isso pode funcionar muito bem lá, aqui no Brasil, apesar de várias tentativas, não vi funcionar. O entendimento do empresário não é o mesmo do funcionário. Nunca vi um PART TIME satisfeito na sua condição. Mas uma vez, quando damos uniforme, crachá, a um funcionário, esse está representando a empresa perante ao cliente. Ele satisfeito defende, se integra, assume o seu papel, não satisfeito faz pouco caso. É uma ilusão de uma despesa de pessoal baixa com relação a contratação do PART TIME. Apesar de pagar menos, tem uma prestação de serviço menor também. Pensar que terá o mesmo compromisso, o mesmo atendimento de um PART TIME em relação ao FULL TIME, principalmente quando estão no mesmo turno de trabalho, é querer se enganar. A esperança de um PART TIME é se tornar um FULL TIME, poder usufruir dos benefícios, do salário integral e ter as oportunidades. Os especialistas, vão dizer, que é uma boa ferramenta, se bem aplicada. Mas uma vez, não vivem o chão de uma loja. Nunca vi funcionar. Não confunda PART TIME com temporários, que normalmente são contratados por determinado período e depois são dispensado, prática utilizada muito em épocas sazonais, como: Natal, Páscoa, Dia das Mães, etc..Temos na verdade ser mais produtivos, distribuir melhor os turnos, fazer as escalas conforme o fluxo de vendas e produção. Boa vendas, bons negócios.

terça-feira, 30 de junho de 2009

PROMOÇÕES DO TIPO PAGUE 2 LEVE 3 NEM SEMPRE SÃO VANTAJOSAS.

Matéria publicada hoje no site do Yahoo. Leia com atenção.

SÃO PAULO - Comuns em supermercados, drogarias, entre outros estabelecimentos, as promoções do tipo "leve 3 e pague 2" nem sempre são realmente vantajosas para o consumidor. O alerta é do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).
Em uma pesquisa realizada pela entidade, o Instituto constatou, por exemplo, o caso de um papel higiênico que oferecia ao consumidor 200 metros pelo preço de 180 metros, sendo que o valor do metro era de R$ 0,036.
Contudo, o mesmo produto (quatro rolos de 50 metros cada) que não possuía o desconto tinha o metro vendido a R$ 0,037. Ou seja, na realidade, no produto em promoção, o consumidor estava pagando por 196,8 metros e não por 180 metros, como o que fora anunciado. Se a promoção fosse respeitada, diz o Idec, o valor do pacote promocional deveria ser 10% menor que o do comum, saindo a R$ 0,034 por metro.
O que fazer?
Em situações como estas, segundo o Idec, o vice-presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados), Martinho Paiva Moreira, orienta ao cliente que procure pela gerência para que o preço do produto seja corrigido.
"Se o consumidor encontrar uma promoção desse tipo sendo desrespeitada, deve avisar na hora o gerente do supermercado, para que o preço seja mudado."
Outra maneira de coibir propagandas enganosas como estas, na opinião do Idec, é a adoção, por parte dos estabelecimentos comerciais, da informação do preço por unidade de medida (quilograma, litro ou metro).
Além de proteger e facilitar a comparação de preços para o consumidor, avalia a entidade, a medida deve evitar a maquiagem de produtos, que ocorre, por exemplo, quando uma mercadoria diminui de tamanho sem aviso prévio e sem ter o prazo reduzido proporcionalmente.
"Muitas vezes o consumidor nem percebe a maquiagem. Um iogurte que passa de 200g para 180g, por exemplo, mal é percebido. O consumidor acha que está mais barato, mas não é isso, é porque vem menos quantidade de produto", disse o promotor de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro, Júlio Machado.
Fonte: Site do Yahoo

CAIXA DE SUGESTÕES.


A caixa de sugestões é uma ferramenta importante e barata para entrar em contato com o cliente. Na grande maioria das vezes nos surpreendemos com os resultados. Agora vejamos, grandes lojas de departamentos, supermercados, hospitais, etc.. utilizam esse canal de comunicação. Pois bem, se você for utilizar para fazer uma sugestão ou reclamação, quando acha o tal lugar, tem um segurança do lado ou uma atendente, para ficar de olho no que está escrevendo, quando não é isso, não tem papel, quando tem papel não tem caneta e provavelmente não terá os dois. Esquecido no canto da parede, cheio de poeira e servindo de lixeira, esse é o quadro que normalmente se encontra quando falamos em caixa de sugestão. Além da sugestão, o cliente ainda tem que ter a caneta e o papel. Não pense que é um exagero. A iniciativa não acompanha a necessidade da manutenção, muitos não gostam, pois é importante responder formalmente, escrever para o cliente, demonstrar que a opinião dele é importante e que tem valor, mas isso toma tempo e dá trabalho. Quando o cliente se dispõe a buscar e escrever o seu sentimento a respeito da sua experiência, é simplesmente porquê ele se importa, quer mudanças, melhorias no atendimento, na exposição, na mercadoria, na limpeza, etc... e são condições fáceis de serem atendidas e mesmo que não sejam, só o fato de responder explicando os motivos, já se torna importante. Esqueça aquelas cartas prontas, onde só preenche o nome e a data, isso não serve, o cliente percebe ou a Ouvidoria, essa que você manda as cartas para que sejam respondidas e elas simplesmente desaparecem. Esqueça o cidadão que só lê as sugestões, as reclamações ele deu um jeito de sumir com elas. Esqueça tudo isso. O cliente que vai na sua loja e por algum motivo não gosta de alguma coisa e não escreve, não se manifesta, é porquê, pouco importa para ele o que esteja acontecendo, ele não vai voltar. Esse cliente você já perdeu. A caixa de sugestão é uma ação estratégica, podendo ser utilizada, não só para loja inteira, mas dividida em departamentos, nos setores, nos banheiros, contanto que seja bem utilizada e que sirva para conduzir na evolução dos procedimentos diários. Responsabilizar uma pessoa, não adianta deixar por conta, não funciona. Uma pessoa responsável que possa manter em bom funcionamento e com as devidas respostas e soluções, quando for possível. Pode-se utilizar para o cliente interno e externo, os colaboradores podem e devem dar sugestões buscando melhorias. Pode ter certeza que o cliente que se importa com a sua loja e puder se manifestar, irá fazê-lo e com isso te ajudar a melhorar o seu dia a dia. Um cliente satisfeito torna o seu dia mais agradável. Pratique o ato de conhecer o seu cliente, de saber as suas necessidades, dos seus hábitos, dê a importância na justa medida e será recompensado. Boas vendas, bons negócios.